in Blitz

"Coming from another planet ... the best sound that has appeared in Portugal."

In atrompa.blogspot.com

"The OliveTreeDance won the last Rockastru's. Acoustic show, responsibility of Renato Oliveira (didgeridoo), Tito Silva (drums) and Paul Cave (percussion), the OliveTreeDance are one of the most exciting projects of our time. Magic ...

in Blitz

"The best that this world can offer OliveTreeDance is a space station... overlooking the galaxy of Sun Ra." 

Felgueiras in News

"The second day of the festival once again failed to capture the attention of the public and the scenery became bleak. Fortunately, the OliveTreeDance concert managed to transform the empty space into a meeting of celebration, and multi-cultural. The group uses in a perfect way the potential of percussion, focusing on didgeridoo to create a tribal climate, something primitive, and it involves body and soul in a breeze from the African continent (...) It is easy to see why the OliveTreeDance have achieved some progress internationally, they are good at making music." 

in Blitz

"In concert, they place the free jazz and psychedelia hiding trance, funk intruding, techno and drum'n'bass in search of an outlet, and a number of ethnic groups on the way home. The organization asked the public not to rise, but it all ended in a healthy buzz."

RadioIndy.com,

"The latest released CD, "Didgeridoo Dance All Beauty!" by Olivetreedance is a brilliant collection of danceable World music. This album features ancient instruments such as the didgeridoo, krin, and djembé, creatively blended with superb drums. As you listen to this album the creativity of combining ancient instruments with modern day instruments impresses with its delightful sounds and rhythmical beats. The song, "Titará?!" is vibrant and filled with rich, musical tonality as the drums burst with tight precision to the melodic tones of the didgeridoo. Another track, "5 Fluxos," has an intoxicating rhythm, excellent percussive sounds, and a magical melody. "Om Carina," is bristling with energetic style as the sweet melody has an ambiance of a far away land. If you are looking for something that is out of the ordinary and has a hue of energy, then the fantastic album, "Didgeridoo Dance All Beauty!" is just the type of music you need to hear."

Joana Silva

Estivemos a conversa com os OliveTreeDance e aqui fica o resultado desta conversa tão fascinante.
 
Day Light: Para quem não conhece os OliveTreeDance, o que nos podem contar sobre vocês? Como se chamam, de onde vêm, que idade têm?

OliveTreeDance: A banda tem 9 anos de idade e surge no Porto num contexto em que muito pouco se havia explorado o instrumento didgeridoo até 2005. Foi a primeira banda em Portugal a formar-se em torno deste instrumento e contribuiu para a sua difusão em Portugal. A nossa música é intencionalmente alegre, festiva e tão densa quanto tribal. Somos experimentalistas e gostamos de fundir as raízes com o contemporâneo. Somos música e ao mesmo tempo estudiosos dela, fugimos dos clichés e brincamos com o facto de haver rádios que nos dizem que apesar de muito bem executado e original, o nosso som não pode tocar na sua estação porque não é comercial. Temos liberdade total para nos exprimirmos deste jeito e foi a fundir música tecno que chegamos à nossa sonoridade acústica com ambientes tribais que tanta gente já fez levantar à nossa frente.
 
D.L: A vossa música é completamente diferente. Além de fundirem a dança com a música é feita totalmente em acústico. Sentem que é essa vossa diferença que os faz conquistar uma basta audiência?

OTD: A diferença é positiva, é uma oportunidade que o mercado nos dá, mas ao mesmo tempo, parece que é um presente envenenado porque nos dá responsabilidade para cortar caminho e para isso precisamos de ter o dobro da energia para enfrentar as rejeições e conquistar as pessoas menos receptivas ainda a este tipo de som. É como começar um novo estilo musical e ainda não ser muito bem interpretado pelo mercado comercial português no séc. XXI, leva-nos a pensar que estamos mais à frente e é por isso que existe outra audiência que gosta tanto de nós, e passados 9 anos, já somos muitos e vamos ser cada vez mais. Já agora, aproveito a oportunidade para manifestar a nossa gratidão aos nossos fieis seguidores que sempre nos enviam mensagens bonitas dando muita força para continuarmos a apostar no nosso estilo e a dizer o quanto tinham descoberto neste universo musical depois de nos conhecerem.
 
D.L: Quatro anos após o albúm de estreia «Didj Dance All Beauty», qual é o balanço que fazem deste primeiro albúm?

OTD: Simplesmente mágico, o percurso deste disco foi brilhante. Eu diria que dadas as verbas com que trabalhamos, o disco teve uma manufactura de excelência com design super complexo e criativo e também por isso, difundiu-se muito bem. Conseguimos levar o disco a uma das feiras mais importantes da industria da música, o SXSW em Austin Texas, e sobretudo deu-nos a oportunidade de viajar a lugares como Espanha, França, Irlanda, Itália, Eslováquia, India e Brasil. Soubemos que este álbum foi 3º lugar dos discos mais vendidos em Portugal na semana de Março de 2010 e foi para nós uma boa conquista por parte daquilo que se designa por uma «banda Independente». Assim como o videoclipe «Airport Tunnel» que esteve a concurso em 17 festivais internacionais de curtas metragens em cinema de animação e ganhamos um primeiro lugar em Itália e dois segundos lugares na Dinamarca e Alemanha.

D.L: Agora no próximo dia 14 de Maio vão lançar no albúm «Symbology» que trás um CD e um jogo de tabuleiro. Falem-nos sobre este novo projecto.

OTD: È um moroso projecto que percorreu varias etapas de criação e de conhecimento em varias áreas que nos serviram de inspiração. Nós partimos de um pressuposto da energia quântica e de como ela pode ser transmitida por cada um de nós. Observamos Emoto que fotografou microscopicamente as moléculas da água depois de elas estarem catalogadas com palavras distintas como odio ou amor. Essas mesmas palavras, fizeram com que uma delas gerasse uma mandala distorcida, com desenho amorfo, a outra era uma mandala perfeita de linhas harmoniosas. – Esta foi a base para pensarmos em fazer uma linha de som que «transportasse» uma só vibração. Tal como cada tom da criação do calendário Maya, nós podíamos fazer uma linha sonora que contasse um caminho com sentido, tal como eles o fizeram. Este povo usava uma matriz de tempo composta por treze níveis que serviam de organização de um percurso espiritual, ao qual chamavam de «Onda Encantada». Desta forma eles atribuíram num primeiro nível o tom magnético como o propósito, o tom lunar como rectidão até chegar ao tom treze que é o cósmico que corresponde à transcendência. Final de um ciclo e inicio de outro. Assim, colocamos esta vibração em cada tema que compusemos. Depois para chegar ao tabuleiro usamos os poderes da Mãe Terra e personificamos com cada entidade que compõe o Totem que é a estrutura do nosso palco Symbology,  e nele será projetado um trabalho de vídeo mapping que dará vida à estrutura. Esses poderes são conseguidos através do dia a dia e das nossas tomadas de decisão e das nossas responsabilidades. Por outras palavras, pela habilidade de dar resposta a um acontecimento seja ele de que natureza for, que no jogo analogamente, se obtém fazendo jogadas e dispensando energia. 
Jogar Symbology não requer nenhum conhecimento prévio do calendário Maya. Neste jogo já vem inscrita a formula para apurar o seu kin e assim saber qual é a sua onda encantada e desta forma começar a jogar com o marcador em cima do selo correspondente. O objectivo do jogo é sincronizar o tempo de forma a que ele não chegue ao final da linha antes dos jogares completarem um ciclo de 13 rondas.
Depois, no tabuleiro vem 4 partes a saber:
1 – o circulo dos portais e dos selos galácticos , onde os jogadores vão rodar o marcador branco a cada jogada e ter acesso a energia e a poderes.
2 – o nível de energia, que é o recurso que existe para despender em cada jogada.
3 – o nível dos poderes que é a forma com que os jogadores têm acesso aos portais que permitem exercer grande influencia sobre a velocidade do tempo.
4 – a linha do tempo que é o oponente colectivo. O adversário de todos. Este tem uma velocidade proporcional à quantidade de jogadores e o desafio consta em mudar-lhe essa velocidade base, de forma a que ele não chegue ao fim antes de finalizadas as 13 rondas.
O primeiro jogador identifica–se pelo numero do selo a que corresponde a sua onda encantada e assim segue com todos os outros. 
O mais especial neste jogo é que para desenvolver as jogadas será necessário ultrapassar vários tipos de desafios e estes é que vão fazer o entretenimento á volta da filosofia do jogo. Existem 5 tipo de desafios: 
Uma piada, um conhecimento, um ritmo, uma mimética, e um «descobre quem eu sou».
O tempo por sua vez é composto por várias casas que têm consequências para os jogadores tipo causa-efeito. Além do mais também existe no tempo o lançamento do dado que traz a componente do inesperado na trajetória que os jogadores criam, o livre arbítrio. 
Outra perspectiva é que os jogadores consoante o seu selo fazem diferentes combinações de jogadas e portanto quando se agrupam determinados selos existe mais força de grupo para sincronizar o tempo.
Portanto, tanta informação parece confusa mas o disco vem com um insert com regras sobre a simbologia, mas assim que se começar a jogar percebe-se a mecânica das jogadas e dos ambientes que se geram com as interações entre os participantes e apercebe-se que este jogo não é competitivo mas apenas cooperativo, onde todos se agrupam para jogar contra o tempo.

D.L: Sabemos que está para breve a vossa tour, por onde vão andar?

OTD: Vamos abrir a tour no dia 24 de Maio em Braga no TOCA bem no coração da cidade, depois dia 30 será no HARD CLUB no Porto, depois dia 5 de Junho será no mítico SALAO BRAZIL, dia 6 vai ser na casa que mais vezes recebeu os OTD em Lisboa, o SANTIAGO ALQUIMISTA, no dia 7 seguimos para Faro no novo espaço da Associação dos Músicos de Faro, a FABRICA da CERVEJA, e dia 18 de Julho vamos estar no TEATRO DE VILA REAL e depois vamos fazer alguns festivais de verão como o Tribedelik TRibe e o Boom Festival.
 
D.L: O vosso espectáculo ao vivo será inovador e terá elementos visuais, como uma estrutura feita em 3D com 5 metros de altura de um Totem, porquê essa escolha?

OTD: Celebrar um propósito assim como a conquista de outros passados faz sentido que num palco seja em forma de ritual e nada melhor que ligar as esculturas de rituais tribais passados para nos inspirarmos na MAE TERRA nos rituais deste presente. Desta forma nós podemos passar uma mensagem mais concisa com os valores subjacentes à nossa vida que são os elementos contando com o éter. Assim o nosso publico está não somente a vislumbrar uma figura imponente e luminosa mas também cada entidade de poder que contem o jogo de tabuleiro que é a capa do disco.

 
D.L:  Que mensagem gostavam de deixar a todas as pessoas que se seguem?

OTD: Bem vindas a esta consciência da energia do sol que nos tonifica a vida e gratidão por contribuírem para que isto mude para melhor!
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MY WAY

Olive Tree Dance: «A filosofia deste disco surgiu antes do som»
Marta Rocha - 2014.05.14 - 18:44
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Os Olive Tree Dance acabam de lançar o álbum «Symbology», e levam o conceito da simbologia muito além da música. O novo trabalho conta com uma capa que serve de jogo de tabuleiro, e que leva o ouvinte (e neste caso, jogador) por uma viagem pelo mundo da civilização Maia e do seu próprio ser. Falámos com Renato, vocalista da banda, que explicou o conceito e de que forma a banda chegou a ele.


Como é que surge a ideia de lançar o novo álbum com um jogo de tabuleiro?

A ideia surge por uma combinação de vários factores. Basicamente, nós tínhamos um conhecimento relativamente profundo sobre a cultura Maia, sobre toda essa simbologia em torno da cultura da América Central, e também porque, mais uma vez, a banda queria oferecer aos seguidores uma peça diferente. Com o nosso primeiro disco tivemos a vanguarda de uma capa de excelência, com um sentido distinto total perante todas as outras que existem no mercado. Esta capa veio consagrar-nos na vanguarda, na qual sentimos estar quer em som, quer em imagem. 

«Fazer o jogo demorou-nos cerca de um ano, porque é preciso filosofia e jogabilidade»

Esse jogo não foi propriamente fácil, foi peça a peça, foi maturar as ideias com bastante tempo, foram discutidos os pormenores dos elementos do jogo, antes de sabermos que era um jogo, e só depois é que fundimos todas as peças com que estávamos a trabalhar em termos de imagem, num jogo de tabuleiro. Fazer o jogo demorou-nos cerca de um ano, porque é preciso filosofia e jogabilidade. O jogo trabalha com a energia com que todos vivemos, com poderes, que são tudo o que podemos enaltecer em nós, com os portais dos calendários Maia, com os selos Maia, com as consequências das nossas acções (ou seja, causa-efeito). Como se não bastasse, temos um adversário que é o tempo, que tem uma velocidade. O objectivo é que essa velocidade diminua até ao ponto em que ande a zero, -1, ou -2, para que no final das treze rondas – cada uma corresponde a um tema do disco – o tempo não chegue ao final da linha. É um conceito muito simples, mas vai ser muito difícil ganhar ao tempo, porque precisamos de estar bem alinhados e de nos abstrair desta matéria terrestre que nos faz viver o tempo de uma forma tão desregrada, digamos assim.


Como é que surge, então, a ligação da cultura Maia a este jogo?

Este jogo é inspirado na onda encantada do calendário Maia, uma matriz de tempo que os Maias usavam para a sua evolução espiritual. Eles pegaram na relatividade das treze luas que existem por ano (e não as doze que nos foram impostas na altura de Roma) e criaram treze níveis que os levariam à transcendência, e que pressupõe o final de um ciclo, e o início do outro. O jogo no fundo é uma reunião de várias influências: norte-americana com o Totem; América Central com o calendário Maia, e australiana e africana, com a nossa música.


«Este jogo é inspirado na onda encantada do calendário Maia, uma matriz de tempo que os Maias usavam para a sua evolução espiritual»


A criação das canções foi acompanhando a criação do jogo?

Na verdade, a filosofia deste disco surgiu antes de surgir o som. Antes de fazer a música, eu já tinha o Totem, que tem cinco metros e nos vai acompanhar no palco. Quando criámos a música, criámo-lo com a perspectiva da energia quântica de Masaru Emoto. Ele fez uma experiência em que colocou água perante diferentes etiquetas, com palavras como «amor», ou «ódio», e reparou que ao microscópio, a água era diferente consoante as palavras a que estava exposta. O que nós fizemos foi, pegar primeiro na palavra – propósito, rectidão, serviço, intenção, acção, por aí fora até à transcendência – e compusemos, com calma, cada uma destas músicas. Então, a música já tem aquela vibração. Surgiu primeiro a filosofia, depois a imagem, e surge o som como base que une tudo, seja o jogo, seja o palco, seja o conteúdo filosófico com o qual trabalhamos e no qual acreditamos.


Como é que vai ser transferir todo esse mundo para os palcos?

Nos palcos, os nossos seguidores vão poder contar com uma ligação directa entre as músicas do CD e do espectáculo. As músicas foram pensadas com ligação umas para as outras, então faz sentido para nós que nos concertos queiramos levar a secção de repertório tal como ela é.


Pode dizer-se que este jogo não é tanto uma competição, mas uma descoberta pessoal de quem compra o disco?

O jogo tem duas coisas muito importantes: permite fazer uma ponte entre quem não conhece sobre os Maias para como eles pensavam, criavam e dispunham as simbologia para falar sobre o sol. Outra parte boa do jogo, é que é cooperativo. Todos nós podemos jogar com a mesma peça, e pensar em grupo para abatermos o mesmo adversário. Apesar de os meus companheiros fazerem jogadas individuais, vão perceber qual o seu Kin, qual a sua onda encantada, e vão perceber que tipo de carácter reflecte aquele símbolo com que nasceu, um pouco como os signos da astrologia.


O facto de terem passado quatro anos entre o álbum anterior e este, teve a ver com essa preparação?

Sim. Esta ideia surgiu mal acabei de gravar o último álbum, e o totem surgiu quando estávamos em viagem com o último disco. Tanto eu como os outros membros da banda já viajámos imenso, e tivemos tempo para absorver mais contexto musical. Agora estamos neste presente, muito entusiasmados para saber a reacção das pessoas, e se vão ter curiosidade em jogar algo que é original nosso, e que estamos a ver nascer como algo único a ser lançado em Portugal e no mundo inteiro. Eu andei à procura e não encontrei nenhuma banda que lançasse um jogo de tabuleiro como capa do disco, portanto para nós também é um motivo de orgulho. Juntámo-nos às pessoas certas, e queremos saber como é que isto resulta perante o nosso público, e perante um novo público.



«Não sinto que precisemos de uma letra para nos tornarmos comerciais, embora as editoras achem que isso é necessário»


O resultado deste trabalho é o que esperavam no início, ou está completamente diferente?

Eu tive que simplificar muito o trabalho, era muito mais complexo e eu senti que tínhamos que ser mais simples, falar com as pessoas que não percebem nada do calendário Maia, e que no fundo tínhamos que ser mais directos com a resolução do nosso som. Ao mesmo tempo simplificámos o nosso som, também queríamos simplificar na nossa capa, e demos-lhe uma grande trabalhada. A ideia original, a concepção filosófica, está mais rica até, porque juntámos as peças, e todas elas trabalham por si mesmas. Em quatro anos dá para amadurecer muita coisa, mas o produto final é o que idealizámos. Nem sei o que vou sentir quando vir a peça na loja! É um desejo muito grande, e sinto que fui muito ajudado pelo universo, pelas minhas mães que me ajudaram na altura em que precisei de dinheiro para gravar num bom estúdio. Gravámos no estúdio do Rui Veloso, porque queríamos gravar num sítio top, subimos a nossa qualidade de produção áudio, estamos muito mais fortes em termos de imagem, e o nosso teor filosófico nem se compara. Não sinto que precisemos de uma letra para nos tornarmos comerciais, embora as editoras achem que isso é necessário para sermos mais mainstream.

«Acho que seria interessante fazer um disco com versões já de mulheres conhecidas, como Amélia Muge, Mariza, Amália»


Não sentes essa necessidade, portanto?

Neste momento ainda não, mas gostava muito de no futuro ter uma composição com vozes. Sinto que a nossa música é muito masculina e se calhar as vozes femininas dariam um balanço forte a essa energia toda que a gente transmite, mas agora vamos focar-nos neste trabalho, e ver o que vem daí. Temos de ver também quem são as mulheres cantoras estão dispostas a arriscar e fazer uma composição connosco. Acho que seria interessante fazer um disco com versões já de mulheres conhecidas, como Amélia Muge, Mariza, Amália, pessoas assim com uma certa influência no nosso panorama musical. Fazer uma mistura do nosso estilo, tão diferente, com esse tipo de música, seria engraçado, seria bastante genuíno.



Os Olive Tree Dance iniciam a digressão de apresentação do novo «Symbology» em Braga, a 24 de Maio. A banda vai ainda passar por Porto, e Lisboa, e em Agosto actua no Boom Festival

PORTUGAL REBELDE

Os OliveTreeDance estão de volta aos discos e aos palcos nacionais quatro anos depois do álbum de estreia “Didj Dance All Beauty” que alcançou a marca de terceiro disco mais vendido em Portugal em 2010, e do EP editado pela Optimus Discos com o título “Urbano Roots” que saiu em 2009. Com edição prevista para 14 de Maio, “Symbology” é simultaneamente um CD e um jogo de tabuleiro.
 
A ideia é inovadora e parece ter já convencido os fãs da banda de world-dance-trance music que a cada semana vão desvendando no facebook dos OliveTree dois novos níveis do jogo, que por sua vez correspondem a dois temas do alinhamento.
 
"Symbology" consiste num jogo não competitivo, que promove a cooperação uma vez que todos os jogadores da equipa jogam contra um único adversário que é neste caso o próprio tabuleiro, num desafio assumido de ganhar tempo ao tempo. Confuso? Passamos a explicar. No tabuleiro existe a matriz do tempo que tem uma velocidade estabelecida.
 
No jogo ultrapassam-se os vários desafios simbolizados na matriz, para que no número de rondas do ciclo do tempo galáctico, que é o 13, o tempo não acabe primeiro. O jogo inspira-se na Onda Encantada do Calendário Maya e cada uma das 13 faixas que compõem o disco oferece as vibrações necessárias para se superar cada nível.
 
As faixas do disco assumem por isso os vários níveis do jogo: Propósito, Rectidão,Serviço, Definição, Ação, Equilíbrio, Canalização, Congruência, Intenção, Perfeição, Liberação, Cooperação e como último degrau da evolução, a "Transcendência" que é a faixa escolhida para single.
 
A par da edição está a ser preparada uma tour que incluirá datas em Portugal e na Europa, estando já confirmada uma tour de 4 datas de 10 a 14 de Julho, na Irlanda. O espetáculo ao vivo será apresentando com um Totem em palco, uma escultura feita em 3D com 5 metros de altura e que será complementada por um trabalho de luzes.
 
O preço de venda do jogo/disco ao público é de 15€ e estará disponível nas lojas no próximo dia 14 de Maio. As pré-encomendas podem ser remetidas para o e-mail da bandaolivetreedance@gmail.com e no web site oficial www.olivetreedance.org bem como nas superfícies Fnac.
 
De notar que os OliveTree fundem a música de dança, feita totalmente em acústico, com os sons tribais de instrumentos indígenas, criando desta forma uma experiência inesquecível que tem atraído uma audiência diversa, interessada na música do mundo, na música de dança e no didgeridoo, instrumento musical aborígene da Austrália.
 

TVI24

OliveTreeDance lançam novo álbum com jogo de tabuleiro

«Symbology» é o nome do novo álbum da banda portuguesa

Por: Redacção / MF    |   2014-04-23 17:58

A banda OliveTreeDance vai lançar, a 14 de maio, o segundo álbum, intitulado «Symbology», acompanhado de um jogo de tabuleiro, a partir de várias influências espirituais, em que o adversário é o tempo, disse esta quarta-feira um dos membros.

«Se estamos a trabalhar na quarta dimensão que é o tempo então, já que o tempo é tão variável consoante a nossa perspetiva e estado de humor, por que não ser o tempo o nosso desafiador e o nosso opositor no jogo?», pergunta o elemento dos OliveTreeDance Renato Oliveira.

Segundo a agência Lusa, a banda já tem confirmadas atuações em diversas cidades nacionais a partir de dia 24 de maio, a começar por Braga, tendo também concertos marcados para Irlanda, França, Espanha e para o Brasil, onde atuarão na praia da Pipa, com Ivan Lins.

«Symbology» vai ter 13 faixas, a partir de uma matriz baseada no calendário Maia reunida com ideias do japonês Masaru Emoto, levando à definição de sons a partir de palavras, daí os títulos das canções, que vão de «Propósito» a «Transcendência».

O jogo que vai acompanhar o disco prevê que cada etapa tenha a duração de uma faixa, mas «jogo que é jogo nunca deixa de ter as verdadeiras ratoeiras, está preparado para se perder energia e atingir pontos negros», momento em que o jogo acaba.

Apesar de não ter limite de jogadores, a banda recomenda que o máximo seja um grupo de seis, com um mínimo de um, uma vez que, com «13 rondas, 100 jogadores [teriam] de fazer 1.300 jogadas».

Desta forma, os OliveTreeDance juntaram «vários tipos de jogos que existem no mercado», desde a mímica ao ritmo, passando pelas piadas, conhecimento e atividades de interatividade, para «tornar o jogo bastante divertido» e levando Renato Oliveira a resumir: «É uma risota».

Para aquele elemento da banda, responsável pelo «didgeridoo» (instrumento de sopro aborígene), «Symbology é um trabalho que vem de um acumular de várias camadas de inspiração».

Renato Oliveira justifica os quatro anos passados desde o lançamento do primeiro álbum com o facto de procurarem «sempre aprimorar o trabalho final».

Em palco, os OliveTreeDance vão atuar com «um totem, uma escultura feita em 3D, com cinco metros de altura e que será complementada com um trabalho de luzes», segundo o comunicado que acompanha a divulgação do disco.

A banda, que lança o disco através da sua editora, Natural Groove, já está a aceitar encomendas, que darão direito a dois bilhetes para um dos concertos em Braga (24 de maio), Porto (30 de maio), Lisboa (06 de junho) ou Faro (07 de junho).

FORUM ESTUDANTE

“Symbology” é editado a 14 de maio e é, simultaneamente, um CD e um jogo de tabuleiro.

Depois do EP “Urbano Roots” (2009) e do album “Didj Dance All Beauty” (2010) , OliveTreeDance voltam aos discos.

“Symbology” consiste num jogo não competitivo, em que todos os jogadores da equipa jogam contra um único adversário: o próprio tabuleiro, num desafio assumido de ganhar tempo ao tempo. A cada semana, a banda vai desvendando no facebook dos OliveTree dois novos níveis do jogo, que por sua vez correspondem a dois temas do alinhamento.

O jogo inspira-se na Onda Encantada do Calendário Maya e cada uma das 13 faixas que compõem o disco oferece as vibrações necessárias para se superar cada nível.

As faixas do disco assumem por isso os vários níveis do jogo: Propósito, Rectidão, Serviço, Definição, Ação, Equilíbrio, Canalização, Congruência, Intenção, Perfeição, Liberação, Cooperação e como último degrau da evolução, a Transcendência que é a faixa escolhida para single.

Os OliveTreeDance juntam a música de dança, feita totalmente em acústico, com os sons tribais de instrumentos indígenas.

Para além do novo disco, os OliveTreeDance está prepar uma tour que incluirá datas em Portugal e na Europa, estando já confirmadas 4 datas de 10 a 14 de Julho, na Irlanda.

HARD MUSICA

Os OliveTreeDance estão de volta aos discos e aos palcos nacionais quatro anos depois do álbum de estreia "Didj Dance All Beauty" que alcançou a marca de terceiro disco mais vendido em Portugal em 2010.

Agora com "Symbology", editado a 14 de Maio, os Olive Tree apresnetam um dsico que é também um jogo de tabuleiro

A ideia é inovadora e parece ter já convencido os fãs da banda de world-dance-trance music que a cada semana vão desvendando no facebook dos OliveTree dois novos níveis do jogo, que por sua vez correspondem a dois temas do alinhamento.

Symbology consiste num jogo não competitivo, que promove a cooperação uma vez que todos os jogadores da equipa jogam contra um único adversário que é neste caso o próprio tabuleiro, num desafio assumido de ganhar tempo ao tempo. Confuso? É simples.

No tabuleiro existe a matriz do tempo que tem uma velocidade estabelecida. No jogo ultrapassam-se os vários desafios simbolizados na matriz, para que no número de rondas do ciclo do tempo galáctico, que é o 13, o tempo não acabe primeiro. 

O jogo inspira-se na Onda Encantada do Calendário Maya e cada uma das 13 faixas que compõem o disco oferece as vibrações necessárias para se superar cada nível.

As faixas do disco assumem por isso os vários níveis do jogo: Propósito, Rectidão, Serviço, Definição, Ação, Equilíbrio, Canalização, Congruência, Intenção, Perfeição, Liberação, Cooperação e como último degrau da evolução, a Transcendência que é a faixa escolhida para single.

A par da edição está a ser preparada uma tour que incluirá datas em Portugal e na Europa, estando já confirmada uma tour de quatro datas de 10 a 14 de Julho, na Irlanda. 
O espectáculo ao vivo será apresentando com um Totem em palco, uma escultura feita em 3D com cinco metros de altura e que será complementada por um trabalho de luzes.
O preço de venda do jogo/disco ao público é de 15€ e estará disponível nas lojas no próximo dia 14 de Maio. As pré-encomendas podem ser remetidas para o e-mail da banda olivetreedance@gmail.com e no web site oficial www.olivetreedance.org bem como nas superfícies FNAC.

De notar que os OliveTree fundem a música de dança, feita totalmente em acústico, com os sons tribais de instrumentos indígenas, criando desta forma uma experiência inesquecível que tem atraído uma audiência diversa, interessada na música do mundo, na música de dança e no didgeridoo, instrumento musical aborígene da Austrália.

Porto24

OLIVETREEDANCE LANÇAM NOVO ÁLBUM COM JOGO DE TABULEIRO CONTRA O TEMPO

 

A banda OliveTreeDance vai lançar, a 14 de Maio, o segundo álbum, intitulado “Symbology”, acompanhado de um jogo de tabuleiro, a partir de várias influências espirituais, em que o adversário é o tempo, diz um dos membros.

 

“Se estamos a trabalhar na quarta dimensão que é o tempo então, já que o tempo é tão variável consoante a nossa perspectiva e estado de humor, por que não ser o tempo o nosso desafiador e o nosso opositor no jogo?”, pergunta o elemento dos OliveTreeDance Renato Oliveira.

A banda já tem confirmadas actuações em diversas cidades nacionais a partir de dia 24 de Maio, a começar por Braga, tendo também concertos marcados para Irlanda, França, Espanha e para o Brasil, onde actuarão na Praia da Pipa, com Ivan Lins.

“Symbology” vai ter 13 faixas, a partir de uma matriz baseada no calendário Maia reunida com ideias do japonês Masaru Emoto, levando à definição de sons a partir de palavras, daí os títulos das canções, que vão de “Propósito” a “Transcendência”.

O jogo que vai acompanhar o disco prevê que cada etapa tenha a duração de uma faixa, mas “jogo que é jogo nunca deixa de ter as verdadeiras ratoeiras, está preparado para se perder energia e atingir pontos negros”, momento em que o jogo acaba.

Apesar de não ter limite de jogadores, a banda recomenda que o máximo seja um grupo de 6, com um mínimo de um, uma vez que, com “13 rondas, 100 jogadores [teriam] de fazer 1.300 jogadas”.

Desta forma, os OliveTreeDance juntaram “vários tipos de jogos que existem no mercado”, desde a mímica ao ritmo, passando pelas piadas, conhecimento e actividades de interactividade, para “tornar o jogo bastante divertido” e levando Renato Oliveira a resumir: “É uma risota”.

Para aquele elemento da banda, responsável pelo “didgeridoo” (instrumento de sopro aborígene), “’Symbology’ é um trabalho que vem de um acumular de várias camadas de inspiração”.

Renato Oliveira justifica os 4 anos passados desde o lançamento do primeiro álbum com o facto de procurarem “sempre aprimorar o trabalho final”.

Em palco, os OliveTreeDance vão actuar com “um totem, uma escultura feita em 3D, com 5 metros de altura e que será complementada com um trabalho de luzes”, segundo o comunicado que acompanha a divulgação do disco.

A banda, que lança o disco através da sua editora, Natural Groove, já está a aceitar encomendas, que darão direito a 2 bilhetes para um dos concertos em Braga (24 de Maio), Porto (30 de Maio), Lisboa (6 de Junho) ou Faro (7 de Junho).

Notícias ao Minuto

"Se estamos a trabalhar na quarta dimensão que é o tempo então, já que o tempo é tão variável consoante a nossa perspetiva e estado de humor, por que não ser o tempo o nosso desafiador e o nosso opositor no jogo?", pergunta o elemento dos OliveTreeDance Renato Oliveira.

A banda já tem confirmadas atuações em diversas cidades nacionais a partir de dia 24 de maio, a começar por Braga, tendo também concertos marcados para Irlanda, França, Espanha e para o Brasil, onde atuarão na praia da Pipa, com Ivan Lins.

"Symbology" vai ter 13 faixas, a partir de uma matriz baseada no calendário Maia reunida com ideias do japonês Masaru Emoto, levando à definição de sons a partir de palavras, daí os títulos das canções, que vão de "Propósito" a "Transcendência".

O jogo que vai acompanhar o disco prevê que cada etapa tenha a duração de uma faixa, mas "jogo que é jogo nunca deixa de ter as verdadeiras ratoeiras, está preparado para se perder energia e atingir pontos negros", momento em que o jogo acaba.

Apesar de não ter limite de jogadores, a banda recomenda que o máximo seja um grupo de seis, com um mínimo de um, uma vez que, com "13 rondas, 100 jogadores [teriam] de fazer 1.300 jogadas".

Desta forma, os OliveTreeDance juntaram "vários tipos de jogos que existem no mercado", desde a mímica ao ritmo, passando pelas piadas, conhecimento e atividades de interatividade, para "tornar o jogo bastante divertido" e levando Renato Oliveira a resumir: "É uma risota".

Para aquele elemento da banda, responsável pelo "didgeridoo" (instrumento de sopro aborígene), "'Symbology' é um trabalho que vem de um acumular de várias camadas de inspiração".

Renato Oliveira justifica os quatro anos passados desde o lançamento do primeiro álbum com o facto de procurarem "sempre aprimorar o trabalho final".

Em palco, os OliveTreeDance vão atuar com "um totem, uma escultura feita em 3D, com cinco metros de altura e que será complementada com um trabalho de luzes", segundo o comunicado que acompanha a divulgação do disco.

A banda, que lança o disco através da sua editora, Natural Groove, já está a aceitar encomendas, que darão direito a dois bilhetes para um dos concertos em Braga (24 de maio), Porto (30 de maio), Lisboa (06 de junho) ou Faro (07 de junho).